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Nota da PM reage a acusações, rebate termo “extermínio” e detalha ação que terminou em morte no centro de Campo Grande.

Polícia Militar afirma que narrativa ignora dados, contexto do confronto e protocolos técnicos; caso segue sob investigação.

Por: Redação Fonte: Nota oficial da Assessoria de Comunicação da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (ASSECOM/PMMS).
18/02/2026 às 09h46 Atualizada em 18/02/2026 às 10h31
Nota da PM reage a acusações, rebate termo “extermínio” e detalha ação que terminou em morte no centro de Campo Grande.
Foto: Reprodução.
Documento oficial

A matéria abaixo é baseada em nota oficial divulgada pela Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. O documento pode ser conferido na íntegra abaixo.

https://www.instagram.com/p/DU3rNBVAUA9/
Campo Grande • MS Por: Redação

A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul divulgou uma nota oficial de esclarecimento sobre a ocorrência registrada recentemente no centro de Campo Grande, após a repercussão pública e o uso do termo “extermínio” em debates relacionados ao caso.

No documento, a corporação afirma que a utilização do termo “extermínio” pressupõe uma prática sistemática, reiterada e direcionada contra determinado grupo social, acusação que, segundo a Polícia Militar, não encontra respaldo em dados oficiais nem no histórico institucional da corporação.

A PMMS sustenta que não possui registros estatísticos que sustentem essa narrativa e destaca sua atuação permanente nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, com foco na preservação da ordem pública, da segurança e da vida da população.

O que diz a versão oficial sobre a ocorrência

Conforme a nota, a situação teve início com uma abordagem policial que evoluiu para luta corporal. Durante o confronto, ainda de acordo com o relato oficial, a arma de um policial foi tomada e apontada contra a equipe, configurando risco imediato à vida dos agentes e de terceiros.

Diante desse cenário, a Polícia Militar afirma que a reação ocorreu com o objetivo de cessar a ameaça, seguindo protocolos técnicos de uso progressivo da força adotados em situações de risco extremo.

Número de disparos e protocolo policial

A corporação esclarece que protocolos de uso da força não se baseiam na contagem isolada de disparos, mas na necessidade de neutralizar a ameaça. Em ocorrências com arma de fogo envolvida, a ação se mantém enquanto o risco persistir.

A Polícia Militar ressalta que confrontos armados se desenvolvem em frações de segundo e exigem decisões rápidas, tomadas sob intensa pressão, para preservar vidas.

Debate público e cautela nas generalizações

A PMMS reconhece que o debate público é legítimo, mas reforça que generalizações sem base em dados objetivos podem distorcer a compreensão dos fatos. O caso segue sob apuração dos órgãos competentes, conforme prevê a legislação.

Segundo a corporação, há registros em vídeo e testemunhas que presenciaram a ocorrência, elementos que contribuem para a reconstituição dos fatos e para a avaliação técnica da conduta policial.

Compromisso institucional

Ao final do documento, a Polícia Militar lamenta a perda de qualquer vida, mas reafirma que atua com base na legalidade, na técnica e na filosofia de Polícia Comunitária. A instituição também afirma que não direciona ações por identidade, condição ou pertencimento social e que permanece aberta ao diálogo responsável.

Fonte: Nota oficial da Assessoria de Comunicação da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (ASSECOM/PMMS).
Nota editorial: Esta matéria é baseada em informações constantes em documento oficial. Eventuais conclusões dependem da apuração dos órgãos competentes e do devido processo legal.
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